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Plástico biodegradável gerado a partir de microrganismos híbridos.

Um grupo de pesquisadores da Universidade do Colorado em Boulder (CU Boulder) desenvolveu uma maneira de alterar bactérias para que possam produzir biocombustíveis e bioplásticos degradáveis ​​usando dióxido de carbono (CO2), vapor de água e nitrogênio transportados pelo ar e reação bioquímica dirigida. 

 

A pesquisa publicada no Journal of the American Chemical Society em Junho de 2019, pode ajudar a combater as mudanças climáticas, reduzindo o CO 2 e produzindo produtos neutros em carbono ao mesmo tempo.

 

Esse grupo de pesquisadores estudavam bactérias que absorvem diferentes tipos de pontos quânticos (QDs) ao todo 7 pontos, que eram acoplados com enzimas de produção específicas dentro da bactéria. 

 

Como QDs, que são minúsculas partículas semicondutoras, têm comprimento de onda de excitação diferente de ultravioleta a infravermelho próximo, eles podem utilizar energia fotônica para acionar as enzimas de produção que transformam CO2 , água e nitrogênio em moléculas de combustível como isopropanol ( IPA), 2,3-butanodiol (BDO), metilcetonas C11-C15 (MKs), e hidrogênio (H2), bem como outras moléculas químicas pequenas e poli-hidroxibutirato (PHB), um plástico degradável.

 

Segundo os pesquisadores  “essas células em repouso funcionam como fábricas nanomicrobianas alimentadas por luz.”

Fonte:

1 – Nanorg Microbial Factories: Light-Driven Renewable Biochemical Synthesis Using Quantum Dot-Bacteria Nanobiohybrids

Yuchen Ding, John R. Bertram, Carrie Eckert, Rajesh Reddy Bommareddy, Rajan Patel, Alex Conradie, Samantha Bryan and Prashant Nagpal. J. Am. Chem. Soc. June 2019

https://doi.org/10.1021/jacs.9b02549

02/07/2019
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